
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Fique ligado!

De olho!

Por: Daniel (Bauducco)
Sábado, 26 de abril de 2008, a cidade de Palmas parou em função do grande show dos veteranos da banda Capital Inicial. Os preços dos ingressos a R$ 20 (pista), R$ 50 feminino e R$ 60 masculino (camarotes), até seria justo se houvesse respeito com o público, o que não aconteceu. O que foi visto foi uma segregação e desrespeito, em especial com o público que estava na pista. Ao entrar no local do show, o público da pista caminhou em direção ao palco na expectativa de ficar o mais próximo possível, aí veio a surpresa: o mais próximo possível era uma distância de uns 30 metros do palco, isso porque o camarote ocupou todo o espaço na frente do palco e sequer haviam telões para quem quisesse assistir ao show. Muitos só conseguiram ouvir. Aliás, ouvir o show também não era lá essas coisas, não por culpa da banda, mas pela qualidade do som, que estava péssima.
Para piorar a situação, quem estava no camarote por opção e pagou mais caro que todos, não tinha a opção de ir para a pista. Era obrigatório permanecer no camarote. E a segurança do local não era direcionada às pessoas, era somente para impedir que penetras invadissem o camarote. Tanto que brigas aconteceram na pista, e só foram separadas pelo próprio público.
O show passou, mas a frustração continua. E ficam aqui, portanto, dicas para que os promotores e produtores consigam realizar eventos melhor organizados: camarote suspenso nas laterais da pista, telões e palcos mais altos, bebidas mais aprovadas pelo público também ajuda, bandas de abertura e passagens de som mais eficazes também. Afinal, nenhum produtor está a fim de ver chuvas de latinhas partindo da pista para o camarote, né?
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Você sabe disso?

Por: Mário Igor
Como você já sabe, ou ao menos deveria estar ciente, no próximo dia 05, o que corresponde ao mês de Maio, o corpo discente do curso de jornalismo e comunicação social da Fundação Universidade Federal do Tocantins (UFT) promoverá uma das duas chapas concorrentes à gestão 2008 do Centro Acadêmico (CA), por meio de votos livres e secretos.
Essa eleição é um direito dos universitários assegurado pelo estatuto do Centro Acadêmico de Comunicação Social, que também contém os deveres a serem cumpridos. Congregar e representar seus membros, recorrer de atos ou decisões que tenham ferido seus direitos, zelar pela conservação do patrimônio e contribuir para solucionar os problemas referentes ao curso são alguns dos pontos previstos nesse estatuto. Contudo, o CA do curso está sem gestão a mais de um ano. Quem está à frente do cargo é a comissão eleitoral, para não facilitar para quem queira dizer que o CA está abandonado.
Concorrem a esse posto duas únicas chapas: chapa Travessão e chapa Ação; por ironia do destino, sim, porque o estatuto não propõe esse número de chapas concorrentes. Ambas carregam a mesma bandeira, que é, fazer a ponte de ligação entre o acadêmico e a reitoria, buscando sanar às tantas carências que o curso de comunicação social possui. Entre essas carências a falta de livros específicos do curso que são de extrema necessidade pedagógica durante o processo de graduação do acadêmico, laboratórios com equipamentos sucateados e espaço físico inadequado, baixo investimento e acesso às pesquisas de extensão curricular, entre outras. Só para exemplificar.
A campanha eleitoral está acontecendo e se estenderá até momentos antes do voto, no dia 05 de Maio. É inolvidável que, diante a inexperiência política e desconhecimento referente a gestão do patrimônio público, será eleita a chapa mais carismática, a que possuir mais vínculos sociais dentro da instituição. O Centro Acadêmico, desde que levado a sério e funcionando inteiramente em prol do acadêmico, é uma ferramenta importante no processo de desenvolvimento da instituição e do curso.